sábado, abril 7

Se as portas contassem todas as vezes que foram o apoio para as minhas decepções, e as paredes contassem tudo que viram , se o chão falasse quanta dor e sangue recebeu ou se as pessoas soubessem o quanto a noite me inspira, escreveria um livro. Porque nada é mais bonito do que um pôr-do-sol, nada é mais perfeito que a escuridão. Para que, tanto medo do breu? Deveríamos ter medo da luz, pois quando o abandono vier, a escuridão será uma boa amiga. Dará-nos o apoio que precisamos e nos dará o silêncio que é preciso e não nos abandonará, pois claridade acaba, escuridão permanece, por mais escondida que esteja, lá está ela, esperando o bom momento para mostar o quão acolhedora pode ser.

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