Manusear, seria esse o verbo, era essa a palavra que eu colocaria quando alguém me perguntasse sobre você. Porém em toda frieza existe uma chama, para cada ferimento existe cura, e para cada cicatriz tem alguma lembrança. E no meu coração, eu não achava a chama, não achava a cura, e as lembranças doiam, me afastavam, me privavam de pensar que a realidade poderia ser boa. Não sei em que circunstancia, no qual momento aconteceu a bagunça, onde o muro dos meus sentimentos foi abalado, qual foi o instante em que você apareceu, para me mostrar que existia uma chama, uma cura e que lembranças podem ser boas, só faltava alguém diferente de todos.
terça-feira, setembro 27
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